Não há nada mais importante que o Amor


Nada importa mais do que o Amor. 

Por nós, pelos nossos filhos, pela nossa família, pelos outros.

O fator mais importante para o desenvolvimento equilibrado das crianças é o afeto dos pais.

As crianças mais resilientes, que se desenvolvem apesar das dificuldades com que se deparam no seu dia-a-dia, são as que se sentem verdadeiramente amadas e apoiadas. Os pais nem sempre se sentem amorosos. Nem eu, nem ningém! Não somos de ferro.

Todos os pais se irritam de vez em quando com os seus filhos mas isso não significa que não os amem.

O amor é muito mais do que um sentimento. É o compromisso de agir no melhor interesse de outra pessoa.

Há muitas formas de demonstrar o nosso amor às crianças.

Ter tempo para atividades é uma delas.


E não precisa de ser nada complicado.

Interessar-se, dedicar tempo de qualidade aos filhos, para levar ao parque, mesmo que aterriada de cansaço.. conversar, brincar de cambalhotas e viravoltas de pernas para o ar  que me deixam em êxtase e de braços muito mais giros, ou simplesmente partilhar um momento de cumplicidade e mimo. É quanto basta!

Outra forma de demonstrar o nosso amor é mostrar que estarmos verdadeiramente interessados nos seus sentimentos, que os compreendemos e que ouvimos atentamente tudo aquilo que partilham connosco.

É estarmos disponíveis para ouvir, com atenção. Perguntar à criança o que lhe apetece fazer e deixá-la decidir é outra forma de nos aproximarmos dos nossos filhos e de demonstrar que os seus interesses nos interessam genuinamente.

É verdade que o tempo é limitado e que consideramos que ir às compras ao fim-de-semana ou jantar fora com as crianças é passar tempo de qualidade com elas. Contudo, não estamos a considerar aquilo que elas realmente gostam de fazer.

Se ir às compras não é uma rotina aprazível para os adultos, muito menos será para as crianças que ficam impacientes e cansadas com todo o tipo de comportamento que daí resulta.

Amar requer trabalho e dedicação constantes. As relações só florescem quando são alimentadas todos os dias, nas pequenas coisas e com pequenos gestos.

É preciso tempo, disponibilidade mental e a clara definição das nossas prioridades na vida. Perceber aquilo que nos realiza como seres humanos e enquanto pais.

As memórias que queremos guardar para o futuro e como queremos ser recordados.

É preciso aprender a criar espaços para viver em família, longe das responsabilidades do dia-a-dia.

E nunca é tarde de mais para começar.


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